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O Labirinto de Amor

Capítulo 135

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- Kaira, você veio? - a voz de Nathan ressoou de dentro do quarto. A empregada não disse mais nada e foi embora. Entrei no quarto e vi Nathan encostado na cama com o celular nas mãos. Assim que me viu, as nuvens em seu rosto se espaireceram, mostrando-me um sorriso. - O espaguete está pronto? Eu assenti e o entreguei a marmita. - Não seja rude com a empregada, eu vou para a Capital Imperial com Guilherme hoje à noite, e vamos ficar um tempo lá, você procure alguém para cuidar de você! A expressão dele tremeu. - O que você vai fazer com Guilherme na Capital Imperial? Eu não tinha paciência para explicar nada á ele, e ele nem estava machucado gravemente, apenas estava no hospital para eu me preocupar com ele. - Temos coisas a resolver lá! Eu me virei para ir embora e ouvi a sua voz se elevando friamente atrás de mim ao dizer: - Kaira, acho melhor você se afastar de Guilherme logo. Franzi o cenho e fui embora, sem dar bola à ele. Voltei para o quarto de Esther e essa gulosa já tinha terminado de comer todo o espaguete. O soro já tinha terminado, e ela tinha descido da cama sozinha, descascando as mangas que eu trouxe para ela. Vendo eu entrar, ela me perguntou toda abobada: - Meu amor, de onde você arrumou essas mangas, tem exatamente o mesmo gosto que as mangas do Distrito de Esperança! Eu me sentei ao seu lado e olhei para as várias mangas que ela já tinha comido. - Comer tantas de uma vez não vai passar mal? - eu perguntei preocupada. - Eu posso comer tudo que você trouxe! - disse ela balançando a cabeça. Fiquei sem saber o que dizer. Eu trouxe quase todas as mangas que Nathan me deu, e não eram poucas. Ela tinha acabado de comer uma porção de espaguete, e agora estava comendo tantas mangas, o estômago não ficaria cheio a ponto de esmagar a criança? - Porra, você é um buraco negro? - disse John ao entrar e vendo Esther comendo loucamente sem educação nenhuma. Vendo Enzo entrar atrás dele, eu achei surpreso. - O Sr. Enzo andou com John esses dias todos. Esther os olhou com olhar de malícia e sorriu malignamente ao insinuar: - Vocês dois estão. ? - Estão, estão o quê? - disse ele retrucando. - Pare de comer, você vai explodir se continuar! Coma menos e mais vezes, criatura de Deus! Esther não deu bola a ele, apenas olhava para Enzo. - O Sr. Enzo veio me ver? Enzo olhou para mim e sorriu levemente, respondendo um “hum” ignorante, o que fez Esther fazer um biquinho e se calar. - Você vai para a Capital Imperial? - perguntou Enzo para mim. Eu olhei para John e revirei os olhos, essa matraca fala mesmo tudo pros outros, e assenti

- Vou apenas por um tempo, vou voltar logo. Enzo assentiu e perguntou: - Que coincidência, eu também preciso ir para Capital Imperial para resolver umas coisas, quando você vai? - O voo é às seis. - Porra! - John xingou. - Por que não disse antes que você vai? Eu pasmei com sua reação. - Tem algum problema? - Eu podia ir com você! - disse ele, recebendo um revirar de olhos de Esther. - Se eu soubesse que você vai para a Capital Imperial, teria voltado para resolver as coisas em Nação M. - Andei ocupada esses dias, acabei esquecendo disso. - eu falei para ele e me virei para Enzo. - E quando você vai para a Capital Imperial? - Amanhã. - Enzo me respondeu. - Talvez nos veremos daqui a uns dias. - Nenhum de vocês vai ficar na Cidade de Rio, então eu fico aqui fazendo o quê? - Esther disse ao ver que íamos todos embora, ficando embolada. - Deixe para lá, amanhã eu vou para o interior. John procurou um lugar para se sentar e me olhou, perguntando: - Guilherme pretende te levar para ver a doença na Capital Imperial? Eu assenti. - Em partes é para isso, mas não é só para isso. Conversamos um pouco antes de Guilherme entrar, nos chamando para almoçar. Esther já podia descer da cama, mas Vinícius provavelmente ainda não podia. Curiosa, eu perguntei: - O Dr. Vinícius já pode se mexer livremente? - Ele é médico, ele sabe o que ele pode ou não fazer. - Guilherme me respondeu. Eu não pude negar isso. Mas juntar os meus amigos com os amigos de Guilherme para um almoço juntos, seria constrangedor, não? Sei que todos realmente deviam se conhecer, mas. Guilherme tinha reservado uma mesa grande no restaurante, e era dentro de um quarto privado. Enzo e John pareciam ter assuntos infinitos entre eles. Esther se ocupava em comer. Thiago estava ocupado em cuidar de Lúcia. Lúcia estava procurando formas de enfiar comida no prato de Guilherme

E eu, comendo as coisas que Guilherme colocava no meu prato. Era entediante. As pessoas à mesa se conheciam, mas não tinham contatos normalmente, exceto John que era estranho para eles. Vinícius estava sentado ao lado de Esther que estava ao meu lado. Por ter ficado internado, ele ainda estava com a cara pálida. Ele era uma pessoa de poucas palavras, e eu via que seus olhos estavam sempre passando em Esther. Vendo-a comer sem limites, ele a repreendeu: - Comer demais faz mal para o estômago! Esther levantou o olhar para ele e respondeu indiferente: - Ok. E então continuou comendo. Esse era o jeito dela, e Vinícius ficou meio incomodado por ter falado com a parede. Lúcia olhou para mim e disse com uma expressão falsamente resguardada: - A Srta. Kaira não vai nos apresentar seus amigos? Ela se referia ao John! John era uma pessoa tagarela normalmente, parecendo indiferente ao mundo, mas na verdade, ele era ainda mais defensivo com os amigos do que Esther. As coisas entre Guilherme e Lúcia, eles sabiam. Desde que eles se sentaram, ele apenas conversou com Enzo, mas seu olhar sempre esteve em Lúcia, procurando por uma chance de fazê-la passar vergonha. Já que Lúcia tomou a iniciativa de começar, John nem me deu a chance de falar, abrindo a boca com os olhos fixos em Lúcia:- Então você é a famosa Lúcia? Aquela que depende do choro para roubar homens e de palavras bonitas para achar os pais?A mesa era grande, mas a voz era alta, então todos ouviram. Todos ficaram constrangidos de primeira, mas ninguém disse nada. Lúcia mantinha a sua postura graciosa, mas o sorriso em seu rosto pareceu meio forçado, e ela não retrucou. Mas Thiago a defendeu:- A educação das pessoas que andam com a Srta. Kaira são bem peculiares mesmo, começam a atacar as pessoas logo de cara. John riu em tom de deboche e disse:- Você está exagerando com o uso da palavra atacar. Thiago, não é? Você a defende tanto, que tal levar ela para a sua casa e se casarem, assim quem sabe ela pare de ficar de olho no homem dos outros. - Pois é, por mais que a comida de casa seja gostosa, não se compara à merda lá de fora. Quando não se consegue uma coisa, mesmo que seja um vômito, é preciso! - disse Esther olhando para Vinícius com raiva nos olhos. Eu pasmei, eles parecem ter mais histórias entre eles do que eu pensava!Guilherme fechou a cara e disse:- Gestantes não podem ficar em ambientes barulhentos, você podem ter uma refeição em paz?Lúcia fez cara de coitada, e olhou para mim sem dizer nada. Eu apoiei a testa na mão. Era claro que ele se referia a mim, já que a gravidez de Esther ninguém sabia. - Isso que é o amor! - disse John com orgulho. Enzo me olhou de relance antes de reparar que John estava colocando peixe em seu prato, e fez cara feia ao protestar:- Eu não gosto de comer peixe!